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HISTÓRICO - IMIGRAÇÃO


UM POUCO SOBRE A IMIGRAÇÃO ITALIANA NO BRASIL: 

"Que coisa entendeis por uma nação, Senhor Ministro? 
é a massa dos infelizes? 
Plantamos e ceifamos o trigo, mas nunca provamos pão branco. 
Cultivamos a videira, mas não bebemos o vinho. 
Criamos animais, mas não comemos a carne. 
Apesar disso, vós nos aconselhais a não abandonarmos a nossa pátria? 
Mas é uma pátria a terra em que não se consegue viver do próprio trabalho?" 

(resposta de um italiano a um Ministro de Estado de seu país, a propósito das razões que estavam ditando a emigração em massa)

A presença de italianos no Brasil até a metade do século 19 era pequena, e na maioria das vezes, consistia de exilados políticos de movimentos liberais a exemplo de Libero Badaró e Giuseppe Garibaldi. A imigração italiana em massa para o Brasil ocorreu no fim do século 19 e foi desencadeada por uma série de eventos político-econômicos. 

Partida dos imigrantes italianos 
no Porto de Gênova - Itália
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Porto de Gênova - Itália
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Partida dos imigrantes italianos 
no Porto de Nápoles - Itália
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A proibição do tráfico de escravos (1850) pela Grã-Bretanha, a crise agrária na Itália, a lei do ventre livre (1871) e por fim, a abolição da escravatura (1888), fizeram com que a oligarquia cafeeira facilitasse o processo de imigração de mão-de-obra agrícola para o país. 

Manual Prático do Imigrante
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Imigrantes na indústria, 1910 - São Paulo
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Cortiço
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Até 1880, os próprios fazendeiros estimulavam a vinda de italianos, emprestando o dinheiro para a passagem (o que gerava uma cruel dependência econômica). À partir de 1880 o Estado de São Paulo assumiu o ônus das passagens e da hospedagem inicial dos imigrantes, permitindo a transferência de núcleos familiares inteiros. Essa emigração foi tão importante em algumas regiões da Itália (principalmente na região da Campangna no sul da Itália) que quase acabou com alguns povoados, como a do Veneto.

Hospedaria dos Imigrantes - São Paulo
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Refeitório da Hospedaria de 
Imigrantes - São Paulo, 1908
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Desembarque de imigrantes na estação da 
Hospedaria de Imigrantes, 1907 - São Paulo
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A história dos emigrantes italianos se confunde com a história da FAMÍLIA BORTOLETTO que contaremos a seguir:


HISTÓRICO - FAMÍLIA BORTOLETTO


ANTONIO BORTOLETTO (1820-1901)

Nasceu em 1820, na Itália, Província de Treviso, Comune de Chiarano

Chiarano - Fossalta Magiore
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Igreja de Fossalta Magiore
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Era marceneiro, casando-se em 1849 com Antonia Truccolo (1830-1872). Com ela teve 06 filhos: Francesco Bortoletto (1850-1926), Giovanni Gennaro Bortoletto (16/01/1863 falecendo 3 meses após), Giovanni Bortoletto (08/02/1864 a 05/01/1940), Vitório Bortoletto (1866-???? - "possivelmente que tenha se transferido para outro país ou ..."), Maria Bortoletto (1867-????), Pierina Bortoletto (1869-????).

Em 1873, viúvo, agora estabelecido em Veneza, casou-se novamente com a costureira Domenica Scandali (1843-1884), com quem teve uma filha de nome Angela Elena Bortoletto (01/08/1874-01/04/1957). Proprietário de uma pequena gôndola, Antonio percorria os canais de Veneza entregando roupas confeccionadas pela esposa. 

gôndola - Veneza

Em 1884, Domenica falece de infarto durante o trabalho, desvanecendo sobre a máquina de costura, deixando a pequena Elena, com seus tenros 10 anos de idade, sob os cuidados do marido.

Em 1888, Antonio Bortoletto reuniu seus filhos, a exceção de Vitório Bortoletto que já não convivia com a família, e imigrou para o Brasil. Embarcando a bordo do navio vapor Bourgogne, no porto de Gênova. 

Imigrantes italianos embarcando 
no Porto de Gênova - Itália
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Embarque de imigrantes italianos
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Bourgogne - navio vapor que trouxe
a família Bortoletto para o Brasil

No dia no dia 18/04/1888, desembarcou no Porto de Santos (25 dias antes da abolição da escravidão), com destino a Campinas, para trabalhar numa fazenda de Café. 

Porto de Santos - Brasil
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CERTIDÕES DE DESEMBARQUE

Antonio Bortoletto e seu Filhos

Antonio Bortoletto

Giovanni Bortoletto Francesco Bortoletto Pierina Bortoletto Maria Bortoletto Angela Bortoletto



Benedeto Peron e seu Filhos

Benedeto Peron

Antonio Peron Maria Peron Fortunato Peron

Após o desembarque as famílias Bortoletto e Peron foram morar na cidade de Amparo-SP, Bairro das Rosas/Boa Vereda.

Distrito Industrial do Ribeirão
Amparo-SP
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Catedral de Nossa Senhora
 do Amparo
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Domiciliados no Brasil, seus filhos aqui se casaram: Francesco com Joana Pellizzon (14/01/1889), Pierina com Marcelo Borgarelli (01/06/1889), Giovanni com Maria Peron (09/05/1891), Elena com Pedro Pissoletto (30/01/1892).
Na velhice, Antonio foi morar com o filho Francesco, até seu falecimento aos 81 anos na cidade de Amparo, em 19/02/1901.

Certidão de óbito de Antonio Bortoletto

GIOVANNI BORTOLETTO (1864-1940)

Giovanni Bortoletto
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Certidão vice-consulado
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Certidão de Batismo
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Aos 10 anos de idade foi para o Seminário onde estudou até os 22 anos de idade, formação esta, que lhe foi muito valiosa durante sua vida no Brasil.

Seminario Vescovile della Diocesi di Treviso

Após o falecimento da madrasta Domenica Scandali, deixou o seminário e veio para o Brasil com o pai (1889) e seus irmãos trabalhar na agricultura do café (Amparo-SP). 

Colheita do café no Estado 
de São Paulo, em 1889
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Após seu casamento com Maria Peron (09/05/1891), ele com 27 anos, ela com 19, foram residir em Amparo-SP, no bairro Boa Vereda, e ali tiveram seus filhos.

Certidão de Casamento de 
Giovanni Bortoletto e Maria Peron traduzida para o italiano
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Certidão de Casamento de Giovanni e Maria Peron
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Aos três anos de casado (1894/1895), muito saudoso da terra natal, retornou para a Itália levando consigo a esposa, os três filhos nascidos até então (Carma Bortoletto, Antonio Manoel Bortoletto e Letícia Bortoletto), e as economias que com sacrifício juntou. Foi morar na região agrícola de Fossalta Maggiore, comune de Chiarano, província de Treviso, região do Veneto, Itália.
 

Fossalta Magiore
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Com o dinheiro que ganhou no Brasil, comprou uma carroça em um burro com a intenção de fazer carreto para os agricultores. 

Todavia, a emigração de italianos em massa para o Brasil, praticamente arruinou a atividade agrícola na região, que provocou o declínio do povoado. Sem serviço, gastou o resto de suas economias, e um ano após (1896), encontrando-se em dificuldades financeiras, retorna para o Brasil. Lá deixou apenas sua carroça e o burro sob os cuidados de um primo (provavelmente o Giuseppe), para que os vendessem e mandasse o dinheiro para o Brasil.

Carroça

Os Bortolettos que ficaram na Itália, não conheciam o café, curiosos em conhecer o produto, motivo da emigração italiana para o Brasil, pediram ao Giovanni que mandassem um pouco do produto para que experimentassem. Isso não foi possível em virtude da demora da viagem e tratar-se de produto perecível.

Fazenda de café, interior de São Paulo, grande parte da safra se perdia pela pecariedade do transporte
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Café
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Durante a viagem de retorno para o Brasil, sua filha mais nova, Letícia, contraiu tifo e adoentou-se gravemente. Para desespero da família, o capitão do navio, informou a família que, caso viesse a óbito, a filha seria sepultada no mar. Acalentada pelas fervorosas orações dos pais, Letícia resistiu toda a viagem, falecendo em terras brasileiras, poucos dias após desembarcar, aqui sendo enterrada.

Retornando para o Brasil, Giovanni foi buscar emprego na cidade de Amparo, região de Campinas-SP, onde teve outros 09 filhos.: Letícia Angélica Bortoletto, Veneranda Bortoleto, Eliseo Segundo Bortoletto, Regina Amábile Bortoletto, Alice Bortoletto, Amadeo Salvador Bortoletto, Benedito Miguel Bortoletto, Luiz Fortunato Bortoletto. Seguindo uma tradição italiana, batizou a primeira mulher nascida com o nome de Letícia, o mesmo nome da filha que morreu no Brasil após a viagem de retorno da Itália.


Álbum de família - Esta foto foi tirada por volta de 1910
 não constando os dois filhos, Benedito Miguel e Luiz Fortunato, 
nascidos em 1913 e 1915 respectivamente
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Benedito Miguel Bortoletto
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Luiz Fortunato Bortoletto
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A Família Bortoletto era querida na região. Por causa de sua inclinação religiosa e dos estudos no seminário na Itália, Giovanni conquistou a simpatia do pároco da cidade e da comunidade, passando a auxiliar nos eventos religiosos. Na ausência do padre, não era raro que os moradores viessem se aconselhar com Giovanni. Conta-se que indo ter com ele um homicida, Giovanni disse-lhe que somente a Deus é dado o poder de dar e tirar a vida. Que por ter abreviado a vida daquele homem, o ofensor homicida não teria paz até o dia em que Deus teria reservado como sendo o último dia da vida natural do morto. Aconselhou-o a se confessar com o padre e pedir perdão a Deus, e que rezasse pela alma do morto.

O filho Antonio que trabalhava para um rico fazendeiro, um Coronel do Café, ganhando a confiança e a simpatia do patrão, foi nomeado delegado distrital do município de Amparo.

Com a influência de Antonio, adquiriram num leilão uma pequena propriedade rural, Fazenda Sapé, situada às margens do Córrego da Limeira, no município de Cedral-SP.

Antonio Manoel Bortoletto e sua
esposa Alice Cunha Bortoletto
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O dinheiro veio de um empréstimo do patrão de Antônio e foi pago no prazo de cinco anos, com a produção de café produzida na propriedade adquirida.


Sobrado da Fazenda Sapé - Cedral-SP
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Todos os filhos vivos foram trabalhar no empreendimento da família, exceto Antônio que continuou como empregado. Todavia, Antonio, bem relacionado politicamente, era quem fazia a venda da produção de café da Família Bortoletto.

Os filhos se dedicavam arduamente na agricultura familiar, até que uma fatalidade recaiu sobre a família. Aos 23 anos, Benedito Miguel, que ainda solteiro, morre vítima de intoxicação por agrotóxico utilizado na lavoura. Foi sepultado na cidade de Cedral-SP, no cemitério municipal em 11/12/1936.

Quatro anos após, sofrendo de reumatismo, sem poder se locomover, Giovanni, com 76 anos, falece (05/01/1940). Vinte dias antes, como que prevendo sua morte, fez uma recomendação à sua esposa, que acolhesse e protegesse as noras e os filhos. Sete anos mais tarde, aos 75 anos, sua esposa Maria Peron, também vem a falecer (05/08/1947).

Certidão de Óbito de 
Giovanni Bortoletto traduzida para o italiano
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Certidão de Óbito de Giovanni Bortoletto
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Certidão de Óbito de Maria Peron traduzida para o italiano
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Maria Peron
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Certidão de Óbito de Maria Peron
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ELISEO SEGUNDO BORTOLETTO (1902-1952)

Eliseo Segundo Bortoletto
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Certidão de Nascimento de Eliseo Segundo Bortoletto traduzida para o italiano
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Certidão de Nascimento de Eliseo Segundo Bortoletto
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Giovanni Bortoletto, debilitado por força de um grave reumatismo, entregou a administração da fazenda ao filho Eliseo Segundo Bortoletto, que era o filho mais velho na fazenda. Com tino de empreendedor, Eliseo passou a cuidar da contabilidade, das contratações e negócios da fazenda. Seu irmão Antonio visitava periodicamente a fazenda, levando consigo a esposa e suas sobrinhas Jandyra de Oliveira Cunha e Irene de Oliveira Cunha.

Antonio Manoel Bortoletto e Esposa Alice Cunha
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Eliseo apaixonou-se pela jovem Jandyra, e aos 25 anos, ela com 17, se casaram em 29/01/1927, passando a morar na sede da fazenda Sapé.

Certidão de Casamento de Eliseo Segundo Bortoletto e Jandyra de Oliveira Cunha traduzida para o italiano
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Certidão de Casamento de Eliseo Segundo Bortoletto e Jandyra de Oliveira Cunha
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Lá nasceram seus 11 filhos: José Bortoletto (1927-1984), Maria de Lourdes Bortoletto, Alice Bortoletto,Ana Bortoletto, Benedito Bortoletto, Nair Bortoleto, João Bortoleto Sobrinho, Antonio Miguel Bortoletto, Ondina Bortoleto, Alaíde Bortoletto e Elena Bortoletto. Desgostoso com o falecimento de sua jovem filha, Maria de Lourdes, em razão da queima do café da época, a fim de recuperar o preço no exterior. Eliseo vende sua parte na propriedade em Cedral-SP e muda-se para Presidente Prudente-SP (1950), juntamente com o filho mais velho José Bortoletto. Chegando em Presidente Prudente-SP compram um terreno na rua General Osório, 425, vila Machadinho. Constrói uma casa de madeira de cinco cômodos, junto com seu filho José, para abrigar sua família. Inicialmente estes empreitaram derrubadas de matas em áreas que hoje são consideradas nobres naquela cidade, tais como: Tênis Club, Jardim Paulista, Jardim Aviação etc. Mais tarde, Eliseo foi contratado pela Prefeitura Municipal para as funções de carpinteiro e calceteiro (operário que calça as ruas com pedras), passando posteriormente a pedreiro do cemitério municipal e coordenador de obras. Dois anos mais tarde falece (1952).

Certidão de Óbito de Eliseo Segundo Bortoletto traduzida para o italiano
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Certidão de Óbito de Eliseo Segundo Bortoletto
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JOSÉ BORTOLETTO (1927-1984)

José Bortoletto

Certidão de nascimento de José Bortoletto traduzida para o italiano
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Certidão de nascimento de José Bortoletto
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Nascido depois da crise do café que afetou toda a cafeicultura brasileira, José Bortoletto abandonando a profissão de Lavrador, deixa a propriedade rural em Cedral-SP e vai para Presidente Prudente-SP trabalhar para o engenheiro Dr. Aristarco, como auxiliar de agrimensor e topógrafo.

Em 11 de maio de 1950, casou-se com Rita dos Santos, que passou a se chamar, Rita dos Santos Bortoletto, com quem teve 04 filhos: Sergio Bortoletto, José Carlos Bortoletto, Luiz Roberto Bortoletto e Nivaldo José Bortoletto. Nove anos mais tarde, a esposa, aos 28 anos de idade, falece acometida de uma embolia cerebral (10/01/1957).

José Bortoletto, agrimensor e topógrafo prático, fazia medições de terras no Estado de Mato Grosso. Em suas viagens conheceu Maria Francisco Bortoletto, com quem se casou no dia 03/09/1960, na cidade de Rondonópolis-MT. Depois de casados, retornaram para Presidente Prudente-SP, onde teve dois filhos: Geraldo José Bortoletto e Silvana Maria Bortoletto.

Certidão de Casamento de José Bortoletto e Maria Franscisco traduzida para o italiano
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Certidão de Casamento de José Bortoletto e Maria Franscisco
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Casamento de José Bortoletto e 
Maria Francisco Bortoletto

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Os noivos ladeados pelo Cel Manoel de Paula Goulart - Fundador de Presidente Prudente-SP e o Bispo de Rondonópolis-MT, Dom Antonino
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A segunda esposa, Maria Francisco, teve dificuldades nas primeiras gestações, que não vingaram. Por causa de uma promessa a São Geraldo, Santo protetor das gestantes, batizou seu primeiro filho como o nome de Geraldo, acrescendo o nome do pai ao final a pedido do mesmo.

Certidão de Nascimento de Geraldo José Bortoletto traduzida para o italiano
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Certidão de Nascimento de Geraldo José Bortoletto
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Por volta de 1980, diagnosticado portador de leucemia, José Bortoletto, morre doente em 18/07/1984, na cidade de Rubião Junior, região de Botucatú-SP. Lá fazia tratamento da doença, no Hospital das Clínicas mantido pela UNESP.

Certidão de Óbito de José Bortoletto traduzida para o italiano
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Certidão de Óbito de José Bortoletto
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Após sua morte, recebeu uma justa e meritória homenagem em reconhecimento aos serviços prestados à comunidade de Presidente Prudente-SP, denominando à Rua 8 (oito), localizada no Jardim Colina, o nome de José Bortoletto.

Decreto de denominação de rua
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Certificado de denominação de rua
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GERALDO JOSÉ BORTOLETTO 

 Geraldo José Bortoletto
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Resgatando a história da Família Bortoletto, Geraldo José Bortoletto auxiliado por sua esposa Lyliam, foram buscar informações nas raízes italianas, coletando diversos documentos antigos, com verdadeiro espírito de historiador. Sua finalidade não é outra, senão, prestigiar toda comunidade italiana, especialmente a Família Bortoletto, que tanto fizeram para o crescimento de grande nação que todos estrangeiros acolheu como filhos.
Esperam com isso, seus familiares continuem a contribuir com informações e documentos, reconstruindo os fatos, para que a bela história da Família Bortoletto, não se apague da memória, e os filhos de seus filhos continuem a escrever a saga da Família Bortoletto.


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